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MPS.BR: A Gati está se preparando!

dezembro 30th, 2012 | Posted by admin in Gestão de Pessoas - (Comentários desativados)

Atualmente qualidade já não é mais um diferencial, e sim um requisito básico em projetos de software.

Baseado nisso, várias empresas estão buscando certificações que comprovem que utilizam as melhores práticas para desenvolver seus projetos e entregar produtos com excelência para seus clientes. Uma das mais buscadas na área de qualidade é o programa MPS.BR, utilizado para melhorar os processos de software de organizações brasileiras, afim de disseminar boas práticas da engenharia de software e tornar as organizações mais competitivas no mercado local e global.

 O modelo busca atender à necessidade de implantar os princípios de engenharia de software de forma adequada às necessidades de negócio das organizações brasileiras e define sete níveis de maturidade de processos para organizações que produzem software: A (Em Otimização), B (Gerenciado Quantitativamente), C (Definido), D (Largamente Definido), E (Parcialmente Definido), F (Gerenciado) e G (Parcialmente Gerenciado). Cada um dos níveis de maturidade (do nível G – primeiro estágio de maturidade ao nível A – mais maduro) apresenta cumulativamente um conjunto de processos e atributos de processos que indicam onde a unidade organizacional tem que investir esforço para melhoria, de forma a atender aos seus objetivos de negócio e ao modelo.

O modelo MPS.BR (Melhoria de Processo de Software Brasileiro), vem para oficializar as boas práticas que a GATI utiliza na sua fábrica de software, e certificar o quanto nossos profissionais são focados na melhoria contínua do processo de software. Estamos nos preparando para implementação de dois níveis, F e G, onde nossos colaboradores estão envolvidos no processo e tornando realidade os objetivos estratégicos que temos na organização. A implementação dos níveis G e F é um passo significativo em uma organização de desenvolvimento de software. E é esse passo significativo que estamos buscando constantemente, a cada dia de trabalho em equipe.

Estamos focados em desenho de processos, treinamentos, conscientização de boas práticas, buscando atingir a excelência em nossos processos de desenvolvimento de software. Assim atingindo maior número de clientes, satisfação interna e externa. Mantendo nosso ambiente de trabalho cada vez mais organizado e colaborativo.

“O desafio é o que nos move..”

Você já ouviu falar de desenvolvimento de software utilizando Body Shop?

Para entrar de vez nesse assunto, nosso colaborador Daniel Schreiber produziu um conteúdo (aprovado no SBQS 2011) sobre como diminuir riscos utilizando o tão falado body shop, usando como referencias a própria GATI, que atua há muitos anos também nesta modalidade de serviços. O Artigo teve a participação de nosso diretor de operações Sr. Dionei Domingos.

Clientes e fornecedores trabalham em parceria para atender as necessidades do mercado, se comprometendo com a qualidade do produto final. No contexto de TI, a realização de body shop se tornou uma prática comum, devido à alta celeridade das mudanças do ambiente. Contudo, a realização de terceirização apresenta riscos que precisam ser reduzidos ou mesmo evitados. Este artigo relata as atividades desenvolvidas e lições aprendidas na realização de body shop em desenvolvimento de software, propondo um conjunto de ações preventivas para melhorar a qualidade e diminuir os riscos na terceirização.

Para acessar o conteúdo completo, acesse o link: http://slidesha.re/HH1SFx